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CIRCO

A arte itinerante.

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CIRCO

Um circo é comumente uma companhia itinerante que reúne artistas de diferentes especialidades, como malabarismo, palhaço, acrobacia, monociclo, contorcionismo, equilibrismo, ilusionismo, entre outros.
A palavra também descreve o tipo de apresentação feita por esses artistas, normalmente uma série de atos coreografados à músicas. Um circo é organizado em uma arena - picadeiro circular, com assentos em seu entorno, enquanto circos itinerantes costumam se apresentar sob uma grande tenda ou lona.
A estrutura do circo como o conhecemos hoje teve sua origem em Londres, na Inglaterra. Trata-se do Astley's Amphitheatre, inaugurado em 1770, pelo oficial inglês da Cavalaria Britânica, Philip Astley.

O anfiteatro tinha um picadeiro com uma arquibancada próxima e sua atração principal era um espetáculo com cavalos. O oficial percebeu, no entanto, que só aquela atração de cunho militar não segurava o público e passou a incrementá-la com saltimbancos, equilibristas e palhaços.
O palhaço do lugar era um soldado, que entrava montado ao contrário e fazia mil peripécias. O sucesso foi tanto, que adaptaram novas situações.
Era o próprio oficial Astley quem apresentava o show, vindo daí a figura do mestre de cerimônias.

Escola Nacional de Circo

A Escola Nacional de Circo fica na Praça da Bandeira, nº. 4, no Rio de Janeiro, ponto tradicional de armação de circos no século 19 e início do século 20. O terreno, de sete mil metros quadrados, abriga uma lona moderna de quatro mastros, com capacidade para mil e duzentos espectadores. O espaço possui salas de aula, dança, auditório, musculação, fisioterapia, refeitório e oficina para confecção e conserto de aparelhos.
Missão:
Preservar a tradição da Arte Circense por meio de seu ensino regular e sistêmico, criando um espaço cultural legítimo, aberto à reflexão e à experimentação.
Objetivos:
Formar o artista circense através do domínio de habilidades e técnicas, capacitando-o para:
- Elaboração e execução de números com excelência;
- Montagem de equipamentos com segurança;
- Organização do espaço cênico circense;
- Domínio dos fatores técnicos que interferem na realização dos espetáculos;
- Reciclagem e especialização de profissionais circenses do Brasil e do exterior.
A Escola Nacional de Circo proporciona a vivência e o aprofundamento técnico nas mais variadas modalidades que compõe as artes circenses.
TÉCNICAS DE MANIPULAÇÃO:
Malabares, laço, bastão do diabo/ bastão chinês, diabolô, entre outras.
TÉCNICAS DE ACROBACIAS AÉREAS
Trapézio (de vôos, simples e duplo, em balanço), quadrante, bambu, corda (indiana simples e dupla, marinha), passeio aéreo, tecidos, argolas, liras, faixas ou tiras, entre outras.
TÉCNICAS DE ACROBACIA
Antipodismo (tranca e icários), solo (saltos), contorção, aros chineses, escadas, cadeiras, maca russas, barras russas, báscula, mini-tramp, trampolim acrobático, dândis, adágio, entre outros.
EQUILÍBRIO
Paradas (de mão, de cabeça), bola, cadeiras, perna-de-pau, monociclo, rola-rola, arame (baixo,alto,bambo,inclinado), patinação, entre outros.
TÉCNICAS ESPECIAIS
Pirofagia, força capilar e dental, comicidade, entre outros.