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TEATRO INFANTIL

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Ogroleto
Karen Acioly dirige Carolina Kasting e Mauricio Grecco em espetáculo infantil de Suzanne Lebeau, autora canadense inédita no Brasil

A Montagem
Como nos antigos contos infantis, a história se passa numa floresta, que nesta montagem será uma floresta de cores e sons brasileiros. A música de Tato Taborda, especialmente composta para a peça, aliada à luz de Jorginho de Carvalho, ajudam a contar a história do menino Ogroleto. A luz é também personagem, na medida em que, além do jogo de sombras, em vários momentos ela própria é um animal da floresta.
A cenografia, criação de Derô Martín, Maíra Knox, Mauricio Grecco e Karen Acioly, lança mão de altos e baixos para representar os diferentes lugares por onde passa, vive ou se refugia o menino ogro. Esses lugares – suspensos, pendentes, inclinados - aludem ao sentimento de instabilidade e à tensão vividos por Ogroleto e sua mãe. Há ainda três passarelas que avançam platéia adentro, levando o público a sentir-se, por várias vezes, parte da cena.
Suzanne Lebeau - Autora
Suzanne Lebeau, inédita no Brasil, é hoje umas das autoras teatrais mais importantes do Canadá. É autora do primeiro texto canadense escrito especificamente para crianças. Com sólida formação teatral, sua dramaturgia atravessou fronteiras e seus textos foram traduzidos, publicados e encenados em vários países. Sua contribuição decisiva na literatura e principalmente no teatro para a infância e juventude lhe renderam vários prêmios internacionais. Atualmente Suzanne Lebeau roda o mundo ensinando, divulgando e estimulando a escrita a crianças e jovens autores.
Suzanne Lebeau iniciou sua carreira no teatro em 1966. Até 1973, como atriz, fez peças de Molière, Ionesco e Stoppard, e continuou seu treinamento com Jacques Crête e Gilles Maheu em Montreal, e também com Étienne Decroux em Paris. Parte de seu treinamento foi feito na Polônia, com o teatro da pantomima e o
teatro do fantoche no Wroclaw.
Após ter fundado Le Carrossel com Gervais Gaudreault em 1975, Suzanne Lebeau dedicou-se exclusivamente à escrita. Hoje, tem mais de vinte peças originais, várias traduções e adaptações.
Suzanne Lebeau é considerada uma autora de reconhecimento internacional - uma referência em dramaturgia para a juventude e está entre os dramaturgos mais montados de Quebec no mundo. Seus trabalhos foram publicados e traduzidos em diversas línguas. Une lune entre deux maisons (1979), foi o primeiro texto canadense escrito especificamente para crianças, foi traduzido para cinco línguas; Salvador (1994) foi apresentado na Broadway e traduzido para quatro idiomas. OGROLETO (L’Ogrelet) foi produzido em francês, inglês, italiano, e espanhol por Le Carrossel, e traduzido para o alemão, maia, português e russo, e publicado na Argentina, na França e no México. D’auteur de Itinéraire foi publicado pelo Centre DES National des Écritures du Spectacle (2002) e Las huellas de la Esperanza foi publicado pelo Ensayo ASSITEJ-España (2007) em francês e espanhol.
Desde 1993, Suzanne Lebeau é diretora artística de La Chartreuse - centre DES Nacional des Écritures du Spectacle, na França sendo responsável por oficinas de leitura e dramaturgia. Foi convidada pelo DES de Musée em Quebec City para ser consultora artística da exposição Grandir (1997) e escreveu os textos para a exposição do De quel droit? (1998), produzida para o 50o aniversário da Declaração dos Direitos Humanos.
Em 1999, foi a Córsega para uma oficina no Théâtre Alibi, onde escreveu um texto juntamente com as crianças. Como bolsista (Canadá/México), fez uma residência de dois meses no México, ministrando oficinas com os escritores e as crianças. Em 2000, participou da primeira Bienal de dramaturgos Ibero-Americanos na Cidade do México.
A importância do trabalho de Suzanne Lebeau e sua contribuição excepcional para a ascensão do teatro para a infância, no Canadá e no exterior, rendeu-lhe muitos prêmios: Chalmers Children’s Play Award (Les Petits Pouvoirs / Little Victories - 1986); Prix Francophonie Jeunesse (Salvador - 1995); Masque du texte original (L’Ogrelet - 2000); Prix littéraire de la citoyenneté de Maine ET Loire (Salvador – 2002); indicada ao Prix du Gouverneur général por cinco de suas peças. Em 1998, l’Assemblée internationale des parlementaires de langue française lhe concedeu o titulo de Chevalier de l’Ordre de la Pléiade pelo conjunto de sua obra. Seu novo texto, Le bruit des os qui craquent, obteve o Prix des Journées des auteurs de théâtre de Lyon (2007) e la Distinction de la Comédie-Française au terme des Journées de lectures d’auteurs contemporains (2008). Foi indicada ao Prêmio Molières por L’Ogrelet (2007) e Petit Pierre (2008).
Ficha Técnica

Texto: Suzanne Lebeau
Tradução: Jorge Bastos
Direção: Karen Acioly
Elenco: Carolina Kasting e Mauricio Grecco
Música Original: Tato Taborda
Desenho de Luz: Jorginho de Carvalho
Cenografia: Derô Martín, Maíra Knox, Mauricio Grecco e Karen Acioly
Figurino: Maíra Knox
Preparação Acrobática: Beto Silva e Bruma Saboya
Coreografia Cena Final: Eleonore Guisnet
Ilustrações: Axel Sande – Gabinete de Artes
Mitologias: Claudia Lisboa
Fotos: Ilana Bessler
Identidade Visual e Design Gráfico: Lygia Santiago e Mauricio Grecco
Direção de Produção: Karen Acioly e Mauricio Grecco
Produção Executiva: Ana Ignácio
Realização: Borogodó Empreendimentos Culturais Ltda
Patrocínio: OI, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura
Apoio: OI Futuro
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany
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